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Deputado paraibano afirma que não houve agressão de cabeçada em colega


O deputado federal Julian Lemos (PSL) se defendeu sobre a acusação de ter dado uma “cabeçada” no colega parlamentar Expedito Netto (PSD/RO).
A confusão foi no Plenário da Câmara durante a sessão da quarta-feira (29), quando o deputado Edmilson Rodrigues (PSOL-PA) “esbarrou” em Lemos, que interpretou como um empurrão e os dois discutiram.
Em seguida, o deputado Expedito Netto tomou as dores do colega do PSOL e começou a discutir também com Julian Lemos, que ficou cabeça com cabeça com Netto, mas ele explicou que não houve agressão física.
Esse é mais um episódio de “empurrões” ocorridos na Casa. Na semana passada, o caso aconteceu com a deputada Maria do Rosário (PCdoB/RS) envolvendo também Julian Lemos.
“A respeito dessa suposta cabeçada, que teria dado em um deputado, não é verdade. Isso é um grande teatro que muitas vezes ocorre no Parlamento, onde alguns deputados tentam de alguma forma criar um fato político, assim como aconteceu semana passada com a deputada Maria do Rosário”, explicou.
O deputado admite que a “temperatura” sobe um pouco no Plenário da Câmara, as discussões são acaloradas, os ânimos ficam alterados, mas considera natural que os empurrões aconteçam.
“Ali dentro o que mais acontece é isso. Um empurra-empurra medonho, mas eu não dei uma cabeçada nele. Eu peso cem quilos, se tivesse dado uma cabeçada nele, ele teria se machucado”, disse.
Sobre ser levado ao Conselho de Ética sob a punição de ter o mandato cassado, o deputado disse estar tranquilo quanto a isso, pois os fatos serão esclarecidos.
“Eu tenho autocontrole e jamais faria isso, mas faz parte do jogo e bola pra frente, a verdade sempre prevalece”, argumentou.