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Governo exige máscaras dos empresários, mas nem mesmo ele fornece aos servidores


Uma das coisas mais importantes da sociedade e que deveria ter o respeito de todos, é a atividade constante dos empresários e empreendedores.

Sem o empreendedor não existe negócio, que não gera o emprego, onde não pode haver o acolhimento do trabalhador, que não recebe o salário, que não ativa o consumo e, finalmente, não existe os impostos que geram as receitas que os governos apenas executam ou que geram os investimentos públicos. Ou seja, o poder público não gera receita, apenas gasta dinheiro.

Como pode haver orçamento para ser executado pelos poderes executivo, legislativo e judiciário, para pagamentos de despesas e servidores, se as empresas fecharem as portas?

Pois é nessa realidade, em meio a uma crise de saúde, além de uma crise econômica em nível mundial, jamais vista, onde poucas empresas vão conseguir sobreviver, que surgem as aberrações inexplicáveis.

O Governo da Paraíba, por meio de decreto, está obrigando as empresas a terem que oferecer EPI’s, as máscaras, não somente aos seus respectivos funcionários, mas também a toda e qualquer pessoa que possa ter acesso as dependências de cada negócio!

As perguntas são:

*Quem vai pagar essa conta milionária, se as empresas estão quase fechando as portas, pelo menos aquelas que ainda estão vivas?

*Onde as empresas poderiam comprar tantas máscaras, se nem mesmo os países desenvolvidos estão conseguindo comprar, nem mesmo para os profissionais da saúde?As empresas devem comprar máscaras onde? 

*Como o Governo da Paraíba pode exigir isso das empresas, se nem mesmo os servidores públicos estaduais como policiais, bombeiros, além de servidores em geral estão recebendo máscaras do estado?

O Governo vai fiscalizar e multar também o próprio estado?

O governador já afirmou que quem não se adequar deverá ser punido!

Na ansiedade de gerar algum fato positivo para apresentar ao povo paraibano e capitalizar em tanta lambança, o Governo segue trocando os pés pelas mãos.

As decisões políticas e de gestão de João Azevêdo parecem estar completamente desajustadas.

Opinião - Milton Figueirêdo.